
Em março de 2026, cerca de 30 líderes de tecnologia de grandes empresas brasileiras se reuniram no WTC São Paulo, em uma iniciativa Marlabs com a Databricks, para responder com honestidade a uma pergunta simples: o quanto de IA vocês já fizeram que realmente gerou resultado?
Este whitepaper apresenta o retrato coletado ao vivo durante o evento. Os dados revelam um problema estrutural que atravessa praticamente todos os setores: a IA virou prioridade antes de virar processo.
Os números são contundentes: 61% das organizações têm projetos rodando, mas o ROI ainda é frágil. 50% não medem formalmente o impacto financeiro de suas iniciativas de IA. 38% apontam falta de critério de priorização como principal trava para levar POCs à produção. 61% tomam decisões de plataforma e arquitetura caso a caso, sem estratégia consolidada. 66% dos líderes já recebem cobrança direta por resultado, mas a régua chegou antes do método para respondê-la.
Em um round table aberto, executivos da XP Inc. e Siemens Healthineers compartilham o que separa as organizações que avançam das que ficam presas em pilotos. Dois cases, 360 Suítes e uma gigante da aviação executiva, mostram o que muda quando o critério vem antes da tecnologia.
Apresentamos também o AgilityAI, framework proprietário da Marlabs construído sobre três pilares: Strategic Discovery, Catálogo de Aceleradores Agênticos e Governança Holística, desenhados para conectar estratégia, aceleração e governança em um único ciclo de execução.
A elite que extrai valor financeiro de mais da metade de suas iniciativas de IA representa hoje apenas 4% do mercado. O próximo ciclo da IA no Brasil pertence a quem souber executar.
